Missal está participando do projeto de Prevenção e redução da gravidez não intencional na Adolescência

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Missal está participando do projeto de Prevenção e redução da gravidez não intencional na Adolescência

O Projeto

       Iniciado em 2018, o projeto vem sendo desenvolvido a partir de análise de dados, serviços e estratégias de comunicação que permitam desenvolver ações voltadas para a educação permanente de profissionais de saúde e educação que trabalham com adolescentes e jovens.

       O objetivo é levar informações de qualidade e apropriadas para que adolescentes possam tomar decisões voluntárias, informadas e responsáveis sobre sua saúde, seu futuro e evitar gestações não planejadas. A ação conjunta envolve serviços, estratégias de comunicação, produção e análise de dados que permitam desenvolver políticas públicas voltadas para adolescentes e jovens, em especial na prevenção da gravidez não intencional.

       A Itaipu e o UNFPA, ao lado da gestão municipal, desenvolverão um programa completo de prevenção, informação e capacitação. Segundo o consultor do GT Itaipu-Saúde, o médico Luiz Fernando Ribas, o projeto seguirá uma “linha mestre” de ação, mas haverá respeito às características de cada local. “As estratégias serão específicas para as necessidades que serão levantadas em cada cidade”, disse. 

       Esta parceria está centrada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de número 3 – Saúde e Bem-Estar; 5 – Igualdade de gênero; e 17 – Parcerias e Meios de Implementação. 

Ações Prioritárias

       Entre as ações prioritárias, destacam-se fortalecer a oferta de ações de promoção do cuidado e prevenção da gravidez não intencional na adolescência, ampliar a acessibilidade e a qualidade da atenção nos serviços de saúde de forma a promover um espaço de atenção e acolhimento para adolescentes, gerar conhecimento e evidências para melhorar as práticas e embasar ações em saúde, educação e comunicação e comunicar de maneira simples e eficiente, reforçando a mensagem e favorecendo a implementação, o seguimento, a coordenação e a avaliação das atividades. 

Em busca de autonomia

       No Brasil, apenas em 2016 nasceram 24 mil bebês de meninas de até 14 anos e 477 mil filhos de mães com idade entre 15 e 19 anos. Quando olhamos mais de perto este grupo, identificamos algumas características comuns. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cada dez meninas de 15 a 19 anos grávidas ou com filhos, sete são negras e seis não trabalham nem estudam.

       O propósito da ação é contribuir para que jovens, além de exercerem seus direitos sexuais e reprodutivos com segurança, possam conquistar habilidades de vida e competências para o desenvolvimento de seus plenos potenciais.

Com informações da Itaipu Binacional

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Marinho

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