Tragédia anunciada

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As tragédias espoem em nossas fragilidades. Elas também espoem em, algumas vezes, os erros que as desencadearam. E, muitas vezes, simplesmente nos deixam chocados, sem reação e sem encontrarmos razões ou culpados. Se soubéssemos do sofrimento antes de ele acontecer, faríamos de tudo para evitá-lo. Mas não foi assim com Jesus. Ele sabia da tragédia que viria: “O Filho do Homem terá de sofrer muito. Ele será rejeitado pelos líderes judeus, pelos chefes dos sacerdotes e pelos mestres da Lei. Será morto” (Lc 9.22). Sabendo que morreria, ele continua seu ministério. Para nos livrar da maior tragédia, a condenação ao inferno, ele levaria sobre si todos os pecados de todas as pessoas, toda a vergonha de nossas culpas e tragédias diárias. Mas, disse Jesus, “no terceiro dia, será ressuscitado” (Lc 9.22). Vida planejada, anunciada e conquistada!

O Pai está atento

“Feliz aquele que recebe ajuda do Deus de Jacó, aquele que põe a sua esperança no Senhor, seu Deus.” (Salmo 146.5)
O mundo de hoje, chamado de pós-moderno, tem uma população cada vez maior, sempre mais gente agitada em todo o canto, e, mesmo assim, vivemos isolados. Podemos afirmar que poucas pessoas conhecem os seus vizinhos. Entramos e saímos como se fôssemos os únicos moradores da rua ou do edifício. Colegas de trabalho e de escola não passam de estranhos. E quando surgem os problemas, as dúvidas e o sofrimento, sentimos falta de uma palavra amiga, alguém que nos possa estender a mão. E como sentimos a falta de alguém com quem conversar e mesmo desabafar! Lembremos, entretanto, que o nosso Pai Celestial está sempre atento e jamais nos abandona. Pela fé em Cristo, nosso Salvador, somos seus filhos e filhas, e como tais, ele quer que o busquemos e promete sempre nos ouvir em oração e nos ajudar.

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